Junho 15, 2007 by visualdata
Engenheiro e Arquitecto romano. A sua obra, em 10 volumes, à qual deu o nome de De Architectura (aprox. 40 a.C.) constitui o único tratado europeu do período grego-romano que chegou aos nossos dias.
Apesar de se dizer que foi esquecido na Idade Média, a sua influencia fez-se notar nas igrejas. Um outro factor que levou a esse esquecimento era a fraca formação dos arquitectos nessa altura que eram considerados artesãos e também porque estavamos no desenvolvimento da arquitectura gótica.
O seu livro foi redescoberto em 1414 e popularizado por Alberti e tornou-se uma referencia para a arquitectura renascentista, baroca e neoclassica.
Um dos fundamentos mais importantes de Vitruvius foi o de afirmar que uma estrutura deve apresentar 3 qualidades: forte, durabilidade; beleza ; utilidade. Segundo Vitruvius, a arquitectura deve imitr a natureza. Invetou as ordens Doric, Ironic and Corinthian. Criava a proporção segundo o corpo humano que foi mais tarde explorado por Leornado da Vinci no tão conhecido Vitruvius Man.

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Junho 15, 2007 by visualdata

Pintor italiano e desenhista que trabalha em Veneza mudando-se, para a Alemanha em 1500 onde ganha notoriedade. A sua primeira obra documentada é um impressionante mapa em xilogravura de madeira de Veneza que levou 3 anos a ser finalizado. Este tornou-se no paradigma do mapa da cidade pre-moderna. A cidade representada por Jacopo guia o observador para o espirito de uma cidade comercial que se tornara Veneza.
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Junho 15, 2007 by visualdata
This article presents a study about the relation between cartography and the urban space
Article by Denis Grosgrove, in Else/Where
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Junho 15, 2007 by visualdata
Filósofo e sociológo austríaco. Antes de ter sido obrigado a ir para Inglaterra por causa do nazismo, fazia parte e era figura chave do Vienna Circle, defensor do positivismo lógico.
Com Gerd Arntz usaram os simbolos isotype para representar estatisticas sociais e demográficas em vários países e para ilustrar as variações dessas estatisticas durante o séc.19 e princípios do séc.20.
Este trabalho teve grande influência na cartografia e no design gráfico.
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Junho 17, 2006 by visualdata
Criou o sistema alternativo de Comunicação Bliss com o objectivo de ser utilizado como sistema de Comunicação Internacional.
Tendo nascido perto da fronteira Russa com a Austria, Charles Bliss sentiu algumas vezes os problemas que surgem quando se comunica com diferentes línguas. Isto levou-o a construir uma espécie de esperanto gráfico, uma lingua universal que pudesse vencer algumas das barreiras culturais e incompreensões entre nacões.
A ideia deste sistema foi concebida durante a 2º guerra mundial quando estava refugiado na China e onde percebeu que os Chineses embora tivessesm dificuldade em compreender os diversos dialectos não tinham dificuldade quando liam pois a sua escrita era baseada num conceito padronizado de símbolos relacionados (ideogramas).
Assim pensou em desenvolver um sistema gráfico baseado mais no significado do que nos sons.
Como engenheiro químico, Bliss estava envolvido dentro da lógica da linguagem expressa nos símbolos químicos e matemáticos, o que possivelmente, contribuiu para o modo como ele traçou o sistema e as suas bases lógicas. Em 1949, depois de vários anos de pesquisa, foi publicada a 1ª edição do seu livro “Semantografia”.
Até final dos anos 60 o sistema não teve a utilização que C. Bliss pretendera ao concebê-lo mas em 1971, alguns Psicólogos e Terapeutas da Fala canadianos, ao procurarem uma linguagem que ajudásse as crianças com paralisia cerebral e sem fala, afásicas e débeis mentais, começaram a aplicar o sistema de Charles Bliss como Sistema de Comunicação Aumentativa no Ontario Crippled Children’s Center , (hoje Hugh MacMillan Centre) em Toronto no Canadá.
Este sistema é constituido por um determinado número de formas básicas, que combinadas entre si, originam os cerca de 2500 símbolos Bliss actualmente existentes. A natureza pictográfica e ideográfica de muitos dos símbolos torna-os fáceis de apreender e fixar. Isto faz com que este sistema seja considerado adequado a indivíduos que embora não estejam bem preparados na ortografia tradicional, têm potencial para aprender e desenvolver um vasto vocabulário, através de operações combinatórias das formas básicas.
Biografia de Charles K. Bliss
http://www.blissymbolics.us/biography/
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Junho 17, 2006 by visualdata
Isotype Institute
http://www.fulltable.com/iso/index.htm
“Two basic rules were formulated almost from the beginning of the Isotype movement . The first of these related to the presentation of statistics by means of pictures and held that a sign should be used to represent a certain number of things and a greater number of such signs a greater amount of things.. The second was a general rule that perspective should not be used.” Michael Twyman, “The significance of Isotype’, Graphic communication through Isotype, University of Reading 1975.
Procurar:
R.D.Kinross, Otto Neurath’s contribution to visual communication 1925 – 1945,MPhil dissertation, University of Reading, 1979
Artigo de Frank Hartmann sobre o papel histórico de neurath:
Speaking Signs, knowledge for a new society
http://www.heise.de/tp/r4/artikel/2/2173/1.html
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Junho 17, 2006 by visualdata
” Althought the philosopher Leibnitz dreamed in the early eighteenth century of a future universal symbolism of pictoral images regonizable by speakers of all languages, it was Charles K. Bliss who in 1949 devised Semantography, a language of basic symbols now in internacional use.”
in Information Design, Jacokson, page 196
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Junho 17, 2006 by visualdata

Internacional System of TYpography Picture Education.Criado nos anos 30 por Otto Neurath (1882-1945)
Consiste num código iconográfico para comunicar eventos, objectos e relações complexas com base numa narrativa visual. A principal caracteristica desta linguagem é que evita o uso de detalhes e facilita a comprensão universal das mensagens.
Este sistema é a base da linguagem dos pictogramas que estamos a habituados a ver nos Jogos Olimpicos, nos aeroportos, no dia-a-dia.
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Junho 16, 2006 by visualdata
Benvindo ao meu blog que irá conter a minha pesquisa e investigação sobre visualização de informação e mapeamentos dinâmicos.
Vem sendo um tema/tópico que exploro desde a minha dissertação de mestrado intitulada User_Trace que finalizei em Setembro de 2001. Apesar de ser um tema que me interessa bastante não sei ainda se será por onde irei continuar mas por agora é por aqui que quero andar.
Onde acaba a estrada? Onde isto me levará?
não sei nem quero saber…
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